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Quem é o denunciante do caso da pedreira? População cobra transparência após vídeo polêmico do presidente da Câmara de Papanduva

Quem é o denunciante do caso da pedreira? População cobra transparência após vídeo polêmico do presidente da Câmara de Papanduva

Nesta semana, o caso da interdição das cascalheiras de Papanduva ganhou novo capítulo e gerou ainda mais controvérsia após a publicação de um vídeo do presidente da Câmara de Vereadores, Edson Schadek (PL), nas redes sociais. Na gravação, Schadek afirma que a paralisação das atividades nas pedreiras ocorreu por conta de uma denúncia formal, feita segundo ele com o intuito de prejudicar o município.

A fala causou inquietação entre moradores e autoridades locais. A dúvida que circula nas rodas de conversa da cidade é: quem teria feito essa denúncia? Até o momento, nenhum nome foi oficialmente divulgado, o que tem gerado especulações, críticas e até desconfiança em relação à gestão pública.

O vice-prefeito Cleitinho Martins, junto com os vereadores Robson Álvaro de Lima (Robi) e Edival Iglicoski, esteve na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC), onde buscaram apoio dos deputados estaduais para resolver o impasse e viabilizar a reativação das pedreiras. O objetivo da comitiva foi sensibilizar os parlamentares sobre a importância das cascalheiras para a manutenção das estradas rurais do município, que dependem diretamente do material extraído nesses locais.

Apesar dos esforços do Executivo e do Legislativo municipal para resolver a situação, o questionamento central persiste: quem fez a denúncia que culminou na interdição? Segundo relatos de munícipes, os próprios representantes políticos confirmaram a existência de uma denúncia formal, mas até agora nenhum documento foi apresentado publicamente para esclarecer a autoria.

Para muitos, seria essencial que essa informação fosse disponibilizada oficialmente, a fim de evitar acusações infundadas, perseguições políticas ou boatos que fragilizam ainda mais a confiança da população nas instituições locais.

Quanto à situação das cascalheiras, a Prefeitura informou que já está trabalhando para regularizar toda a documentação necessária junto aos órgãos competentes. “É como um carro sem documento: se não estiver regularizado, não pode circular. O mesmo vale para a pedreira”, comentou um cidadão, referindo-se à importância da legalização da atividade para que os serviços de manutenção das estradas sigam sem interrupções.

Enquanto isso, a população aguarda não apenas a liberação das pedreiras, mas também respostas claras sobre quem é o verdadeiro responsável pela denúncia — e se ela teve fundamentos técnicos ou motivação política. Transparência, neste momento, é a palavra-chave que pode restabelecer a confiança e evitar divisões ainda maiores dentro do município.

João Vianna

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