Canoinhas deve alcançar 40 mil hectares cultivados em 2025
A produção agrícola continua sendo um dos principais pilares da economia de Canoinhas. Com as lavouras de tabaco, milho e feijão já implantadas e o plantio da soja em andamento, a expectativa é que a área total cultivada no município chegue a 40,3 mil hectares em 2025, segundo estimativa do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).
Para a prefeita Juliana Maciel, o bom desempenho do setor reforça a importância do campo para o desenvolvimento local.
“Nosso agricultor é exemplo de dedicação e força. Cada hectare cultivado representa trabalho, sustento e desenvolvimento para o município. O campo é parte essencial da nossa identidade”, afirmou.
Os dados mostram que, além da soja e do milho, Canoinhas mantém 4.500 hectares cultivados com trigo, 600 com aveia, 200 com batata e 1.248 com milho silagem.
O secretário de Desenvolvimento Rural, Gildo Stoker, ressalta que a diversidade produtiva é uma das maiores riquezas do município.
“Canoinhas tem uma agricultura diversificada e forte, sustentada por famílias que acreditam no campo e mantêm nossa economia girando”, destacou.
De acordo com a Epagri, a estimativa de plantio de soja segue estável, com variação de apenas 1% em relação ao levantamento anterior, enquanto o milho apresenta aumento de 4%. Já a área destinada ao feijão teve redução de 15%, e a do tabaco manteve-se inalterada. Os dados foram validados em 10 de setembro.
As atividades agrícolas em Canoinhas, no entanto, vão muito além das grandes lavouras. Em diversas propriedades, especialmente na agricultura familiar, há produção contínua de hortaliças e verduras ao longo de todo o ano.
“A agricultura é o coração de Canoinhas. Quando a Prefeitura investe em infraestrutura, estradas e apoio técnico, está investindo diretamente na qualidade de vida de quem produz e faz o município prosperar”, concluiu a prefeita.

