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Raio-X da Política

Raio-X da Política

Jaciara Machuga: a estrela da esquerda em ascensão

Enquanto São Bento do Sul debate se o protagonista da próxima eleição estadual será o prefeito Tomazini (PL) ou o ex-prefeito Silvio Dreveck (PP), um novo nome começa a incomodar o script: Jaciara Machuga (PT).
O jornalista político Upiara Boschi, especialista em bastidores, destacou a petista como uma voz em ascensão na esquerda catarinense. Quando Upiara fala, a classe política escuta mesmo aqueles que juram não ler suas colunas, mas não perdem uma linha.

Pesquisas internas: o espelho mágico da política

De um lado, apoiadores de Silvio Dreveck comemoram seus números internos; do outro, o grupo de Tomazini garante que está “liderando”.
Cada equipe tem sua própria pesquisa, feita sob medida para levantar a moral. Afinal, em política, pesquisa interna serve mais para motivar militância do que para prever o futuro. Os únicos números que realmente contam são os das urnas — e esses não costumam aceitar revisão.

Tomazini e o sonho da ALESC

Nos corredores do PL, já há quem aposte que, se Tomazini for eleito deputado estadual, Suzana Telles será sua chefe de gabinete.
É cedo para isso, claro, mas na política ninguém gosta de esperar o resultado para montar o time. Planejar o futuro é bom desde que o presente não resolva atrapalhar.

Juliana Maciel: vantagem feminina e recursos garantidos

A pré-candidata Juliana Maciel (PL), representante da Amplanorte, larga na frente. Mulher, com espaço assegurado na cota partidária e, pelo que se comenta, com caixa garantido para a campanha.
Em tempos de escassez eleitoral, ter recursos e visibilidade é meio caminho andado rumo à ALESC.

Terezinha Dybas e o retorno da liderança

Entre conversas com ex-vereadores e aliados, ganha força a ideia de que este seria o momento ideal para Terezinha Dybas (PSD) reassumir a liderança do governo.
A volta dela poderia fortalecer ainda mais a aliança entre o prefeito Tomazini e o PSD municipal e, de quebra, devolver um pouco de ritmo político ao plenário.

Papanduva no Coração (e na camiseta)

O prefeito Tafarel Schons (PL) acertou no marketing: lançou a camiseta “Papanduva no Coração” e entregou pessoalmente uma a Luciano Hang, da Havan.
Preta, elegante, simbólica. Só falta ampliar a coleção Papanduva é colorida demais para ficar só no preto.

Cleitinho: o vice dos bastidores

O vice-prefeito Cleitinho Martins tem sido discreto, mas bastante atuante nos bastidores. Só de emendas articuladas com o deputado Cobalchini, Papanduva deve receber mais de R$ 1,5 milhão até 2026.
Com tamanho empenho, talvez esteja na hora de Cleitinho aparecer um pouco mais porque, na política, quem trabalha demais nos bastidores corre o risco de ser esquecido no palco.

Monte Castelo em clima zen

O prefeito Sirineu Ratochinski e o vice Leandro Cunha parecem viver uma fase tranquila em Monte Castelo. Promessas de campanha sendo cumpridas e o governo fluindo sem grandes sobressaltos.
Aparentemente, quem tem equipe boa dorme em paz luxo raro no atual cenário político catarinense.

Trenzinho da Alegria de Santa Terezinha

De Santa Terezinha partiu um verdadeiro “Trenzinho da Alegria” rumo à capital. A prefeita Valquíria Schwarz conduziu a comitiva de onze representantes do município até Florianópolis, todos em busca das últimas emendas parlamentares do ano.
Nada mais justo: quem não chora, não leva e quem vai de trenzinho, talvez leve mais.

Tensão entre Executivo e Legislativo

O que parecia uma convivência pacífica entre o Executivo e o Legislativo em Santa Terezinha virou uma relação de altos e baixos. Vereadores reclamam de ações tomadas sem o conhecimento da prefeita o tipo de ruído que mina qualquer gestão.
Valquíria ainda tem três anos para organizar a casa. E quanto antes fizer isso, melhor para todos os passageiros do trenzinho.

Tom forte na Câmara

Os vereadores Pascoal Schultz (PL) e Evaldo Bauer (MDB) têm batido firme nas falhas da administração.
Marília e Israel de Lima, também do MDB, engrossam o coro das cobranças. Já o presidente da Câmara, Jonas Wojciechowski (PSD), mantém-se imparcial, mas atento.
O tom da Câmara é outro e a mensagem é clara: se o Executivo pisar na bola, não faltará quem aponte o erro. E com microfone aberto.

João Vianna

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