Banner
Banner
Banner
Banner

Detectado caso de raiva animal em São Bento do Sul; Vigilância emite alerta à população

Detectado caso de raiva animal em São Bento do Sul; Vigilância emite alerta à população

A Vigilância Sanitária de São Bento do Sul confirmou nesta semana um caso de raiva bovina no município. A doença foi identificada na localidade de Rio das Pacas/Sertãozinho, após análise laboratorial realizada pela Cidasc a partir de amostra coletada de um bovino que veio a óbito na propriedade.

Segundo o órgão, todas as medidas necessárias para proteger outros animais e pessoas que possam ter tido contato foram adotadas imediatamente.

Sintomas e formas da doença

Nos bovinos, a enfermidade se manifesta na forma de raiva paralítica, caracterizada por:

  • mudança de comportamento (isolamento ou agressividade);
  • salivação excessiva, muitas vezes espumosa;
  • dificuldade para engolir;
  • andar cambaleante;
  • tremores e paralisia progressiva, principalmente dos membros traseiros;
  • mugidos roucos e ranger de dentes;
  • movimentos involuntários de pedalagem, com evolução rápida para a morte.

Em cães e gatos, a doença costuma aparecer na forma furiosa, quando o animal apresenta comportamento agressivo, salivação intensa, busca por locais escuros, medo ou irritabilidade, podendo atacar pessoas ou outros animais antes do óbito.

Doença grave e fatal

A Vigilância reforça que a raiva é uma zoonose altamente perigosa, com letalidade próxima de 100%. Por isso, qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente às autoridades veterinárias do município para que o controle seja feito de forma rápida e eficaz.

Vacinação é essencial

Proprietários rurais, tutores de cães e gatos e demais responsáveis por animais devem manter a vacinação antirrábica em dia, considerada a principal forma de prevenção e contenção da doença.

Em caso de mordeduras ou arranhaduras, a orientação é procurar imediatamente a unidade de saúde mais próxima para avaliação e possível profilaxia.

A Administração Municipal reforça que a informação correta e a rápida comunicação de casos suspeitos são fundamentais para a segurança de todos.

João Vianna

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *