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Raio-X da Política

Raio-X da Política

Uma boquinha
Nos corredores do poder, comenta-se que alguns fiéis escudeiros do governo Tomazini andam descobrindo talentos inesperados… dentro da própria família. A acomodação em empresas terceirizadas que prestam serviços ao município pode até não ferir a lei, mas fere aquele velho senso popular que separa o “pode” do “pega mal”. Como diz o ditado, cada um luta com as armas que tem alguns só esqueceram de avisar que o arsenal é familiar.

Ataque cibernético
A palavra da vez foi “ataque cibernético”. Moderna, tecnológica, quase cinematográfica. Pena que, enquanto se fala de hackers invisíveis, continuam bem visíveis as pavimentações malfeitas e a fiscalização que parece funcionar em modo avião. O posto de saúde central, inaugurado no estilo “Miguelão”,olha que não foi as pressas, segue como monumento à falta de fiscalização. Se isso for inovação digital, alguém esqueceu de instalar o controle de qualidade.

Dinheiro público
Responsabilidade com dinheiro público não deveria ser pauta recorrente deveria ser regra básica, tipo não gastar mais do que se tem. Quando a população reclama, não é por esporte: é porque algo não fecha. Ignorar crítica popular é uma estratégia curiosa, principalmente para quem depende justamente dela a cada quatro anos.

Denúncias
Se há denúncias no Ministério Público ou no Tribunal de Contas, duas coisas são certas: alguém desconfiou e alguém terá que explicar. Se não houver irregularidade, arquiva-se. Se houver, complica-se. Democracia funciona assim simples, direto e, para alguns, bastante desconfortável.

Aguiar desistiu… será?
A política adora um suspense. A possível desistência de Aguiar de disputar vaga na Assembleia caiu como reviravolta de novela das nove. O detalhe é que o próprio ainda não confirmou oficialmente. Até lá, vale a máxima: em política, anúncio não confirmado é só boato com assessoria informal.

Fica ou pula do barco
A novela da deputada Carol de Toni no PL já teve mais capítulos que série de streaming. Talvez esteja na hora de escolher o roteiro: se não há espaço no partido catarinense, muda-se de sigla antes que o elenco aumente especialmente quando envolve sobrenomes pesados da política nacional.

Já em Santa Terezinha…
Professores querem receber o que entendem ser direito. A prefeitura fala em prudência e responsabilidade. Traduzindo: É necessário diálogo real. Uma audiência pública poderia economizar tempo, tensão e discursos atravessados. Mas, claro, isso exigiria sentar à mesa e ouvir.

Cafézinho
Se alguém pensa em promover reconciliação política em Santa Terezinha, melhor não começar convidando Laércio Batista PSD e Pascoal Schutz PL para o mesmo café. A próxima sessão promete mais faísca que extensão sobrecarregada. Caberá ao presidente Claudio Droszdek PT segurar a xícara sem deixar entornar.

Evaldo Bauer
Entre críticas e ruídos, o vereador Evaldo Bauer MDB segue praticando algo raro: política sem olhar primeiro a sigla. Ao lado da prefeita Valquíria Schwarz, anunciou centro de eventos de R$ 600 mil viabilizado com apoio do deputado Ivan Naatz PL. Quando recurso chega, a população pouco se importa com a cor da bandeira quer mesmo é obra pronta.

Ivan Naatz PL
Por falar no deputado, poucos encaram estrada ruim por vontade própria. Naatz percorreu o trecho de chão entre Planalto Norte e Alto Vale até Santa Terezinha para ver a realidade de perto. Depois de sacolejar alguns quilômetros, qualquer discurso sobre infraestrutura deixa de ser teórico e com certeza o deputado será mais um apoiador desta obra.

Ultrassom
Na saúde, a promessa é de cerca de 210 exames de ultrassom por mês após empresa vencedora assumir o serviço. Ainda falta a parte mais importante: começar. Porque, em saúde pública, promessa sem data vira apenas… mais um exame de paciência coletiva.

João Vianna

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