Estrada alagada, postes caídos e ônibus escolar impedido de passar geram críticas na Colônia Ruthes
Vereador Evaldo Bauer (MDB) esteve no local para verificar de perto os problemas
A situação da estrada na localidade de Colônia Ruthes voltou a provocar preocupação e também críticas nesta sexta-feira (11). O vereador Evaldo Bauer (MDB) esteve no local para verificar de perto os problemas provocados pelas fortes chuvas que atingem a região.
Segundo o vereador, o trecho ficou alagado e a estrada geral acabou bloqueada. Bauer afirma que a comunidade já vem solicitando há algum tempo para prefeitura que a substituição ou ampliação da tubulação existente, que seria considerada insuficiente para dar vazão à água em períodos de chuva intensa.
Além do alagamento, dois postes de iluminação teriam caído, aumentando os riscos e dificultando ainda mais a passagem pelo local.
A situação também atingiu o transporte escolar. Conforme relatado pelo vereador, um ônibus que transportava alunos da comunidade de Colônia Ruthes ficou impedido de seguir viagem devido às condições da estrada, obrigando o veículo a retornar com os estudantes.
Vereador questiona demora na liberação dos alunos
O episódio também levantou uma cobrança direcionada à área da Educação. Bauer demonstrou indignação com o fato de os alunos terem sido liberados somente por volta das 16h, apesar dos alertas emitidos pela Defesa Civil diante das condições climáticas.
“Fico admirado que a Defesa Civil esteja avisando há dois dias sobre a situação e os alunos só tenham sido liberados depois das quatro horas da tarde”, questionou o vereador.
Para Bauer, diante da previsão e da continuidade das chuvas, seria necessário um planejamento antecipado para evitar que estudantes e trabalhadores ficassem expostos a situações de risco durante o deslocamento.
A crítica coloca em discussão não apenas as condições da estrada, mas também a necessidade de uma resposta mais rápida do poder público diante de alertas meteorológicos e problemas já conhecidos pelas comunidades do interior.
O caso deve aumentar a pressão por medidas emergenciais no trecho e, principalmente, pela solução definitiva do problema de drenagem apontado pelos moradores e pelo vereador.

