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São Bento do Sul amplia uso de lixeiras subterrâneas para modernizar a gestão de resíduos

São Bento do Sul amplia uso de lixeiras subterrâneas para modernizar a gestão de resíduos

A Prefeitura de São Bento do Sul, por meio do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE), segue investindo em soluções modernas e sustentáveis para o manejo dos resíduos urbanos. Entre as iniciativas em destaque está a implantação das lixeiras subterrâneas, que garantem mais praticidade, higiene e organização ao descarte de lixo doméstico.

Atualmente, o município conta com sete pontos de lixeiras subterrâneas instalados em locais estratégicos: no Calçadão, em frente à Banca Gibi, na Praça Oxford, em frente à Escola Osmarina, em frente à Rodoviária, na praça próxima ao Hospital e na Praça Serra Alta. Em breve, outras três unidades serão instaladas, ampliando ainda mais o alcance do sistema.

Cada ponto possui duas lixeiras subterrâneas: uma destinada aos resíduos orgânicos e outra aos recicláveis. Os materiais são depositados em contêineres instalados sob o solo, o que contribui para reduzir odores, evitar o acúmulo de lixo nas ruas e facilitar o trabalho de coleta.

O sistema também reforça o compromisso ambiental do município, incentivando a separação correta dos resíduos e o reaproveitamento de materiais.

Orientações de Descarte

Resíduos Orgânicos (sempre em sacos bem fechados):

  • Restos de alimentos
  • Cascas de frutas e legumes
  • Cascas de ovos
  • Borra e filtros de café
  • Saquinhos de chá

Resíduos Recicláveis (limpos e secos):

  • Papel e papelão
  • Plásticos em geral
  • Latas de alumínio e aço
  • Vidros (bem embalados para evitar acidentes)

Não é permitido descartar:

  • Vidros soltos
  • Resíduos de construção
  • Móveis e grandes volumes
  • Lixo eletrônico
  • Óleo de cozinha ou qualquer resíduo líquido
  • Restos de podas
  • Resíduos hospitalares
  • Animais mortos

A Prefeitura reforça o pedido para que a população colabore e respeite a separação correta dos resíduos. “Quando cada morador faz a sua parte, ganhamos todos: a cidade fica mais limpa, a coleta se torna mais eficiente e reduzimos os impactos ambientais”, destaca o SAMAE.

João Vianna

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