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ExpoGestão 2026 encerra com público de 5,3 mil participantes únicos, somando mais de 15 mil acessos

ExpoGestão 2026 encerra com público de 5,3 mil participantes únicos, somando mais de 15 mil acessos

A ExpoGestão 2026 encerrou nesta quinta-feira, 21, após três dias de troca de conhecimento, networking e negócios em Joinville, Santa Catarina. A 24ª edição reuniu público de 5,3 mil participantes únicos. Durante os três dias de encontro, foram registrados mais de 15 mil acessos, somando as entradas no Ambiente de Negócios, auditórios e o congresso. O número reflete o engajamento do público com a variedade dos conteúdos que a programação proporciona. 

Os participantes estiveram em 14 palestras no Congresso, quatro seminários executivos para C-Levels, 55 palestras simultâneas, diversos encontros de negócios realizados por patrocinadores como o Sicredi, por entidades como o Sebrae e movimentos como o MOV47, e criaram conexões no Ambiente de Negócios. 

“Os verdadeiros destaques da ExpoGestão são as pessoas que circulam pela Expoville. Mais do que assistir a conteúdos, quem passou por aqui vivenciou uma troca de experiências, construiu relacionamentos e adquiriu conhecimento e inspiração para ser uma melhor versão de si mesmo. Foi fantástico”, avalia o presidente da comissão organizadora desta edição, Marcus Silva. 

Congresso

O Palco Principal da ExpoGestão reuniu diversos palestrantes de destaque. Zeina Latif, renomada economista; Adriano Marcon, presidente global do negócio de Nutrição e Saúde Animal da Cargill; Philipe Moura, diretor de Estratégia da Eurasia Group; Marcelo Fischer, líder de desenvolvimento de negócios da Shopify Latam; o ex-tenista Fernando Meligeni; o jornalista André Kfouri; o comunicador e educador Marcelo Tas; o médico e PhD Roberto Aylmer, referência internacional em burnout executivo; Ingo Hoffmann, maior campeão da história da Stock Car Brasil; Clóvis Lumertz, especialista em desenvolvimento de líderes de vendas; Carlos Ferreirinha, referência em gestão do luxo e marcas de valor; Marcos Piangers, comunicador e escritor; Morena Leite, idealizadora do Instituto Capim Santo; Gustavo Donato, professor da Fundação Dom Cabral; além de uma experiência coletiva com 60 músicos do Musicarium Academia Filarmônica Brasileira e o maestro Sérgio Ogawa, conectando alta performance musical e liderança corporativa.

Destaques do último dia

O último dia da ExpoGestão 2026 teve quatro palestras com temas como esporte, cultura, ética e propósito.

O jogo da vida de Ingo Hoffmann

Maior campeão brasileiro da StockCar, Ingo Hoffmann tem uma receita simples, muito conhecida, para ser um vencedor: “Tem que ter prazer em fazer o que você faz profissionalmente”. Determinação foi a palavra mais utilizada pelo ex-piloto, hoje empresário, em sua palestra abrindo o último dia da Expogestão. Hoffmann fez um resumo da carreira, contando alguns “causos” e traçando paralelos entre o automobilismo e a gestão empresarial.

Clóvis Lumertz defende cultura de execução para ampliar vendas 

O consultor e empresário Clóvis Lumertz afirmou durante palestra na ExpoGestão 2026, em Joinville, que empresas podem perder até 40% do faturamento potencial por falhas na execução comercial. Segundo ele, muitos negócios ainda enfrentam dificuldades para transformar planejamento em resultado efetivo. Fundador da ALLCON, Lumertz destacou que o mercado exige mais capacidade de adaptação, acompanhamento das equipes e foco na experiência do cliente. 

Sucesso só faz sentido quando transborda

Transbordar nem sempre é algo negativo, especialmente para a chef e empresária Morena Leite, responsável pelo sucesso da rede de restaurantes Capim Santo. Para ela, o sucesso só faz sentido quando transborda. Ela não faz segredo da receita que a levou ao sucesso, e compartilhou os ingredientes com o público. A receita inclui pessoas, sobrevivência, hospitalidade, mundo e coragem, além de ressignificar, fé, abundância, conselho e corrente do bem. “Tenho 500 pessoas hoje na minha equipe, sendo 150 na cozinha. São pessoas apaixonadas pelo que fazem, determinadas”, garante a chef.

“Quem trabalha como robô será substituído por um”

O comunicador e educador Marcelo Tas afirmou que profissionais que atuam de forma automática e sem pensamento crítico tendem a perder espaço para a inteligência artificial. Ao abordar ética digital, liderança e comportamento em tempos de transformação tecnológica, Tas defendeu que criatividade, escuta, capacidade de adaptação e postura ética serão os principais diferenciais humanos nos próximos anos. “Quem não quiser ser substituído por um robô, não trabalhe como um robô”, afirmou.

Próxima edição

No ano que vem, a ExpoGestão completa 25 anos. A próxima edição acontece de 15 a 17 de junho de 2027. 

João Vianna

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