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Jovem de 25 anos confunde sintomas de câncer agressivo com efeito de suplemento

Jovem de 25 anos confunde sintomas de câncer agressivo com efeito de suplemento

Um morador do Reino Unido diagnosticado com uma forma agressiva de linfoma inicialmente atribuiu seus primeiros sinais clínicos ao uso de pílulas de ferro e à rotina de exercícios físicos.

Sinais de alerta ignorados Marco Choi, de 25 anos, notou alterações na coloração das fezes, porém associou o fato à suplementação que consumia diariamente. Posteriormente, ao sofrer com suores noturnos e dores musculares, creditou o mal-estar aos treinos intensos que realizava na academia.

Até o momento do diagnóstico, o britânico levava uma vida considerada saudável e costumava frequentar estabelecimentos com amigos nos finais de semana.

“Eu estava indo em várias festas e aproveitando minha juventude. Achei que eu tinha muito tempo, que podia aproveitarm me divertir e viver a vida”, conta, em entrevista ao The Sun.

Desmaio e diagnóstico A situação mudou radicalmente em dezembro de 2023, quando o rapaz sofreu um desmaio durante o expediente de trabalho. O episódio resultou na descoberta de um linfoma difuso de grandes células B, classificado como uma vertente agressiva de linfoma não-Hodgkin.

“Quando me contaram que eu tinha câncer, foi surreal, como se eu estivesse em um sonho. Só caiu a ficha quando eu estava no ônibus voltando para casa e tive que contar para a minha mãe”, lembra.

Recidiva e novos tratamentos Após passar por seis ciclos de quimioterapia, o paciente obteve um resultado animador em julho de 2024, quando os exames indicaram remissão. No entanto, a calmaria durou pouco: no mês seguinte, ele sofreu uma convulsão enquanto treinava, revelando um tumor cerebral decorrente de um linfoma secundário do sistema nervoso central.

Diante do novo desafio, o plano terapêutico incluiu mais rodadas de quimioterapia, sessões de radioterapia e um transplante autólogo. No verão de 2025, os médicos confirmaram mais uma vez a ausência de células tumorais ativas.

“Me senti maravilhoso. Da primeira vez que venci o câncer, achei que foi rápido, mas dessa vez rimos e dissemos que parecia realmente ter acabado. Duas vezes é mais do que suficiente e não preciso de uma terceira”, afirma.

Atualmente, o jovem atua como embaixador de uma organização não governamental, utilizando sua vivência para conscientizar o público de que enfermidades oncológicas podem surgir em qualquer idade e reforçar a importância de investigar sinais sutis do corpo.

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