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Ex-prefeito Genir Junckes rebate narrativa sobre precatórios e reacende debate político em Santa Terezinha

Ex-prefeito Genir Junckes rebate narrativa sobre precatórios e reacende debate político em Santa Terezinha

Nesta sexta-feira (6), o ex-prefeito de Santa Terezinha, Genir Junckes, se manifestou publicamente sobre a matéria intitulada “Município de Santa Terezinha mantém em dia pagamento de precatórios”, contestando a interpretação de que as dívidas judiciais teriam origem principal em sua gestão.

Em declaração, Junckes afirmou que os precatórios são resultado de decisões e pendências acumuladas ao longo de diferentes administrações, incluindo mandatos anteriores ao seu, considerando que também da atual prefeita, Valquíria Schwarz, ajudou a contrair esta divida quando esteve à frente do Executivo em período passado. Segundo ele, a situação teria se originado, principalmente, de questões relacionadas ao não pagamento de direitos do magistério, como a hora-atividade dos professores.

O ex-prefeito destacou que, ao assumir o governo municipal, buscou regularizar parte dessas pendências e organizar o pagamento das obrigações judiciais sem comprometer as finanças públicas. Ele afirmou que, entre 2022 e 2024, sua administração destinou valores significativos para quitar dívidas, inclusive utilizando mecanismos legais de parcelamento previstos em legislação federal para evitar impacto financeiro excessivo ao município.

Junckes também mencionou casos individuais de condenações judiciais envolvendo professores, com valores que, segundo ele, chegaram a ultrapassar R$ 130 mil por servidor, reforçando que a dívida não seria recente. Além disso, declarou que deixou recursos em caixa ao final de seu mandato, estimando cerca de R$ 10,8 milhões, sendo aproximadamente R$ 5,8 milhões de livre utilização, parte deles vinculados à área da educação, o que, conforme sua versão, teria contribuído para a continuidade dos pagamentos.

Outro ponto levantado foi a reformulação do plano de carreira do magistério durante sua gestão, com revisão de progressões que estariam atrasadas há anos. De acordo com o ex-prefeito, parte dos valores devidos aos professores foi organizada de forma administrativa e amigável, sem necessidade de judicialização.

A fala de Junckes reacende o embate político em torno das responsabilidades pelas dívidas judiciais do município, tema sensível para servidores e para a população. Vamos aguardar atual gestão se manifestar sobre as declarações. O espaço permanece aberto para posicionamento oficial da atual administração.

João Vianna

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