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Suspeito de furto de carro morre em confronto com a PM após perseguição em SC

Suspeito de furto de carro morre em confronto com a PM após perseguição em SC

Um homem sem identificação revelada morreu na madrugada desta quinta-feira (15) em Lages, na Serra catarinense, após um confronto com a Polícia Militar de Santa Catarina. O episódio aconteceu depois de uma intensa perseguição motivada pela suspeita de que ele conduzia um carro furtado na região.

Dinâmica da perseguição e confronto

O veículo envolvido na ocorrência havia sido levado na noite de quarta-feira (14), no bairro Vila Maria. Já durante a madrugada de quinta, os policiais localizaram o automóvel na Rua Santa Zita, situada no bairro Habitação, dando início à tentativa de abordagem que culminou na morte do suspeito.

Durante a primeira tentativa de parada, o motorista sacou o que parecia ser uma arma de fogo, fazendo com que os agentes disparassem. Mesmo assim, ele conseguiu acelerar e escapar temporariamente antes de perder o controle da direção e bater contra um barranco.

Fuga para a mata e desfecho

Após a colisão, o condutor abandonou o automóvel e correu em direção a uma área de vegetação fechada. Os militares fizeram o cerco e encontraram o indivíduo escondido entre os galhos, ordenando que ele se levantasse com as mãos na cabeça.

Conforme o registro policial, o suspeito retirou o objeto da cintura, o que motivou novos disparos da equipe de segurança. Ele foi baleado e apresentou sangramento intenso. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado para prestar socorro, mas o óbito foi constatado ainda no local.

Ocupantes detidos e perícia

O Instituto-Geral de Perícias realizou a análise da cena e atestou que o objeto utilizado pelo homem era uma réplica de pistola, com características idênticas a um armamento real. O veículo recuperado também passou por perícia técnica.

Duas pessoas que acompanhavam o suspeito no momento da fuga foram detidas pelas autoridades. Uma passageira sofreu ferimentos na face devido ao impacto da batida e precisou realizar exame de corpo de delito, enquanto o outro ocupante foi levado diretamente para a delegacia. A corporação não detalhou o grau de parentesco ou vínculo entre eles e o autor do crime. O caso foi oficialmente registrado como morte em confronto.

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