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Jaciara Machuga consolida sua atuação como comunicadora popular em Santa Catarina

Jaciara Machuga consolida sua atuação como comunicadora popular em Santa Catarina

Na última semana de junho, entre os dias 26 e 28, a gestora e comunicadora popular Jaciara Machuga esteve em Chapecó para participar da gravação de um episódio do podcast do Instituto Catarinense da Juventude, com o tema “Comunicação e Juventude”. O programa teve como foco o papel da comunicação como ferramenta de transformação social e fortalecimento das juventudes em seus territórios.

Vice-presidenta do Partido dos Trabalhadores (PT) de São Bento do Sul e articuladora territorial no Planalto Norte, Jaciara vem ampliando sua presença além das estruturas da política institucional. Com uma trajetória marcada pelo ativismo e pela escuta das comunidades, ela tem se consolidado como uma das principais referências da comunicação popular e comunitária em Santa Catarina.

Durante o podcast, Jaciara ressaltou a importância da comunicação como elo entre o poder público e as periferias:

“A comunicação é o nosso maior instrumento de escuta, de diálogo com as juventudes e com as periferias. A gente não comunica para falar bonito, comunica para transformar. A comunicação é um ato de amor e resistência.”

Sua participação reforça uma trajetória construída a partir da vivência nas bases, do engajamento com movimentos sociais e do compromisso com os direitos humanos. Mulher, mãe, liderança popular e militante por justiça social, Jaciara vem se destacando por unir política, escuta ativa e mobilização em diferentes frentes.

Sua atuação, que já é reconhecida no norte do estado, agora também ecoa no oeste catarinense. Com presença crescente nas redes e nos territórios, ela simboliza uma nova forma de comunicar: feita por quem vive os desafios cotidianos do povo, com olhar coletivo e compromisso com a transformação social.

Em tempos de descrédito da política tradicional, o nome de Jaciara Machuga ganha força como referência de uma comunicação viva, afetiva e engajada, construída com os pés no chão e com os ouvidos voltados às demandas reais das juventudes e das comunidades periféricas.

João Vianna

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