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Jorginho Mello vê perseguição e culpa PT por operação contra Bolsonaro: “pra tirar da eleição”

Jorginho Mello vê perseguição e culpa PT por operação contra Bolsonaro: “pra tirar da eleição”

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), usou as redes sociais nesta sexta-feira (18) para sair em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, após nova operação da Polícia Federal que impôs uma série de medidas cautelares contra ele, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica. A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com base na Petição 14.129, que aponta tentativa de coação ao Judiciário e atentado à soberania nacional.

Em uma publicação acompanhada de uma foto ao lado de Bolsonaro, Jorginho criticou a decisão judicial e classificou a medida como “uma violência”. “Impedir o principal líder da oposição de se comunicar com a população — e até com o próprio filho — é uma violência”, escreveu o governador.

Segundo ele, a ação teria origem em um pedido do Partido dos Trabalhadores (PT), que, na sua visão, busca impedir Bolsonaro de disputar futuras eleições. “Tudo isso partiu de um pedido do PT, partido que tem clara intenção de tirar Bolsonaro das eleições”, afirmou.


Jorginho Mello também sugeriu que o país vive um momento de tensão política e pediu pacificação institucional. “O Brasil precisa baixar a fervura. É hora de distensionar o ambiente político. Esse caminho não faz bem à democracia, à economia e, principalmente, ao povo brasileiro”, escreveu.

O governador encerrou o texto reafirmando seu apoio ao ex-presidente: “O presidente Bolsonaro é um homem honesto e não merecia estar passando por isso.”

A manifestação repercutiu entre apoiadores do ex-presidente e ocorre num momento em que Bolsonaro é investigado por suposta articulação com autoridades dos Estados Unidos para pressionar o STF e influenciar o andamento da Ação Penal 2.668/DF, que apura tentativa de golpe de Estado. Segundo a Polícia Federal, Bolsonaro teria transferido R$ 2 milhões ao filho Eduardo Bolsonaro para financiar ações nos EUA com o objetivo de gerar retaliações econômicas ao Brasil.


A decisão do ministro Alexandre de Moraes determinou seis medidas cautelares, incluindo tornozeleira, recolhimento domiciliar noturno e nos fins de semana, proibição de usar redes sociais e de manter contato com outros investigados.

Jorginho Mello, aliado de longa data de Bolsonaro, tem mantido forte alinhamento político com o ex-presidente. Em Santa Catarina, Bolsonaro teve ampla maioria dos votos nas eleições de 2022 e segue com forte apoio popular.

Fonte: JR

João Vianna

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