Banner
Banner
Banner
Banner

Papanduva intensifica combate ao Aedes aegypti com aplicação de BRI Fludora na Rodoviária Municipal

Papanduva intensifica combate ao Aedes aegypti com aplicação de BRI Fludora na Rodoviária Municipal

A Prefeitura de Papanduva, por meio da equipe de Vigilância Epidemiológica, iniciou no dia 02/12 a aplicação de BRI Fludora na Rodoviária Municipal. A ação integra as estratégias de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika, chikungunya e malária, reforçando o compromisso do município com a proteção da população.

A Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) utiliza o inseticida Fludora Fusion, composto pelas substâncias clotianidina e deltametrina — eficazes inclusive contra mosquitos resistentes aos inseticidas tradicionais. O produto é aplicado em superfícies onde os mosquitos costumam pousar, formando uma barreira protetora de longa duração e ampliando o alcance do combate ao vetor.

Avanço nas ações de saúde pública

A adoção da técnica representa um importante avanço para Papanduva. Por ser aplicada em áreas de grande circulação, como a rodoviária, a medida contribui para a redução da presença do mosquito e fortalece a prevenção de surtos, especialmente neste período de maior risco para doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

A participação da comunidade é fundamental

Apesar do reforço das equipes municipais, a Prefeitura destaca que o combate ao mosquito também depende da colaboração dos moradores. A eliminação de criadouros continua sendo a forma mais eficaz de impedir a proliferação do Aedes. As principais orientações incluem:

  • Eliminar recipientes que acumulem água parada;
  • Manter caixas d’água sempre fechadas;
  • Higienizar calhas, ralos e terrenos;
  • Descartar corretamente materiais que possam acumular água;
  • Utilizar telas e repelentes quando necessário.

A administração municipal reforça que a união entre poder público e comunidade é essencial para manter Papanduva protegida e evitar novos casos de doenças transmitidas pelo mosquito.

João Vianna

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *